terça-feira, 13 de março de 2007

Onde quer que vão os lapsos de minha mente - que se recusa em me informar sobre tais - que sejam todos ininterrupto e que não se percam no momento em que o centro de um encruze com o outro, afinal, sempre há um ponto comum entre retas desiguais e isso pode causar uma pequena confusão de objetivos e princípios.

Rezo para que um dia eu tenha um lugar para ser livre, poder usar meu sangue em um painel, pinta-lo com os dedos, usar meu sangue, mijo e gozo em minhas artes, sem me preocupar com o que dirão no dia seguinte sobre as minhas marcas. Cada uma que carrego são obras. Criadas em um momento meu, único e divino. Foi um auge unicamente meu... Exclusivo.

Um comentário:

talkinhead disse...

problema é do mundo se eles não entendem você e teu modo de pensar/sentir/agir.
faz as coisas sem ter que expor...
um dia - ou nunca, vai saber - eles vão encontrar um sentido.
se é que merecem esse nível de compreensão.