Entramos novamente no universo internético - como se fosse possível larga-lo...
Acho que tenho que esclarecer porque quase sempre que refiro a mim mesma, coloco o verbo no plural... Simples, eu não sou uma só, não sou duas nem três, eu sou várias, incontaveis, e quando coloco o verbo no plural é porque a conclusão foi unanime.
Centrando o meu passado ao contínuo presente em que cheguei, posso resumir que tudo não passou do mesmo de sempre, não obtive nada que não fosse esperado... Acreditei fielmente que tudo que vivi era esperado por mim mesma, basta saber se era assim mesmo que deveria ter ocorrido ou se foi o meu obcecado (adj., que tem a inteligência obscurecida; cego de espírito) pensamento que fez com que tudo acontecesse...
Medo... um grande medo de imaginar que possa ser a segunda opção, pois quantos anos consecutivos imaginei que um dia iria entrar no metro sentar e ver entrar... aconteceu! Quantas milhares de vezes imaginei reencontrar e viver uma vida ... aconteceu! Por puro instinto forcei fatos... que deram certo! Dei continuidade a outros fatos... repercurtem até hoje! Dei vida a cenas em meus pensamentos, a mesma cena inúmeras vezes por muitos anos... fantasias que são criadas enquanto você espera passar o ônibus, espera chegar a estação, quando entra num bar sozinha e pede uma cerveja... Patético sentimento
A mente tem tanto poder assim? Se sim... porque ninguém me avisou com antecedência???
terça-feira, 20 de maio de 2008
Back from hell
após uma longa jornada até o inferno... voltei
não pretendo limpar a sujeira que acumulou, afinal... faz parte!
Devanios providos pela
Aline
, constatado às
16:22:00
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